A HISTÓRIA POR TRÁS DESTA IMAGEM

Nosso Consultor está diante de algo que nenhum profissional conseguiria dominar sozinho.
Destinos, experiências, perfis de viajantes, informações, especializações e conhecimentos acumulados ao longo de inúmeras jornadas aparecem conectados ao seu redor.
Ele continua no centro.
A tecnologia não ocupa o seu lugar.
Ela trabalha ao redor dele.
A imagem representa a visão da Travel Intelligence: criar um ecossistema capaz de conectar inteligência, metodologia e conhecimento para ampliar a capacidade de cada Consultor.
Não para substituir experiência humana.
Mas para colocar muito mais conhecimento ao alcance de quem precisa tomar uma decisão.

INTELIGÊNCIA QUE CONECTA PESSOAS
CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIAS

O turismo é um universo grande demais para caber no conhecimento de uma única pessoa.

Novos destinos, produtos, fornecedores, comportamentos e possibilidades surgem continuamente. Ao mesmo tempo, cada cliente chega com uma combinação diferente de desejos, necessidades e expectativas.

É nesse encontro entre COMPLEXIDADE e CONHECIMENTO que nasce a Travel Intelligence.

A VYAWAY está construindo uma visão de futuro na qual tecnologia, Inteligência Artificial, metodologia e conhecimento especializado possam trabalhar de forma integrada para apoiar o Consultor.

Imagine poder acessar, no momento em que precisa, conhecimentos que levariam anos para serem acumulados individualmente.

Compreender melhor uma necessidade.

Fazer perguntas mais inteligentes.

Analisar possibilidades.

Conectar informações.

Encontrar caminhos.

Construir experiências mais personalizadas.

A proposta não é fazer a tecnologia atender no lugar do Consultor.

É fazer com que o Consultor chegue mais preparado para atender.

Porque a tecnologia pode ampliar conhecimento e capacidade.

Mas ouvir, interpretar, aconselhar, transmitir confiança e construir relacionamentos continuará sendo humano.

A EXPERIÊNCIA DE UM ESPECIALISTA.

O PODER DE TODA UMA REDE.

A INTELIGÊNCIA PARA CONECTAR OS DOIS.

CAPÍTULO 1

O TURISMO É GRANDE DEMAIS.
SERÁ QUE PRECISO APRENDER TUDO PARA COMEÇAR A TER RESULTADOS?

A HISTÓRIA POR TRÁS DESTA IMAGEM

Nosso Consultor está começando sua jornada no turismo.

Diante dele existe um enorme painel.

Destinos.

Hotéis.

Cruzeiros.

Culturas.

Experiências.

Transportes.

Gastronomia.

Famílias.

Casais.

Grupos.

Aventura.

Luxo.

Natureza.

E quanto mais observa, mais percebe a dimensão do mercado que escolheu conhecer.

A mão na cabeça traduz uma pergunta bastante natural para quem está começando:

“COMO VOU CONSEGUIR APRENDER TUDO ISSO?”

Mas existe outra preocupação por trás dela.

Quanto tempo será necessário até possuir conhecimento suficiente para atender diferentes clientes com segurança e começar a gerar resultados?

A imagem representa exatamente esse desafio.

Nosso Consultor ainda não sabe, mas talvez a resposta não esteja em tentar guardar todo o turismo dentro da própria cabeça.

Talvez esteja em aprender a acessar o conhecimento certo quando realmente precisar dele.


O TURISMO É GRANDE DEMAIS. SERÁ QUE PRECISO APRENDER TUDO PARA COMEÇAR A TER RESULTADOS?

Imagine começar hoje no turismo.

Você aprende sobre um destino.

E descobre outros cinquenta.

Começa a entender hotelaria.

E aparecem resorts, pousadas, hotéis boutique, hospedagens de luxo e inúmeras categorias de produtos.

Estuda cruzeiros.

E encontra companhias, navios, cabines, roteiros, temporadas, portos e diferentes perfis de passageiros.

Depois chegam parques, transfers, seguros, locações, experiências, grupos, eventos, roteiros personalizados e dezenas de outros assuntos.

Quando parece que finalmente está começando a entender, um cliente pergunta sobre algo que você nunca estudou.

É exatamente diante desse universo que está nosso Consultor.

E surge uma preocupação legítima:

“SE EU PRECISAR APRENDER TUDO ANTES DE CONSEGUIR ATENDER BEM, QUANTO TEMPO LEVAREI PARA COMEÇAR A TER RESULTADOS?”


A EXPERIÊNCIA SEMPRE TERÁ VALOR.

Existe uma diferença natural entre quem começou agora e quem trabalha há muitos anos no turismo.

O profissional experiente já viveu situações diferentes.

Atendeu centenas de clientes.

Conheceu produtos.

Cometeu erros.

Encontrou soluções.

Visitou destinos.

Construiu relacionamentos.

Aprendeu a perceber detalhes que talvez um iniciante ainda não consiga enxergar.

Nada disso deixa de ser importante com a chegada da tecnologia.

Experiência continua sendo experiência.

O problema está em acreditar que o profissional que começa hoje precisa esperar muitos anos até conseguir ter acesso a uma parte relevante desse conhecimento.

É justamente essa distância que começa a mudar.


NINGUÉM CONSEGUIRÁ APRENDER TODO O TURISMO.

Observe novamente o painel.

Mesmo um profissional extremamente experiente não conhece profundamente tudo o que está representado ali.

E nem poderia.

O turismo é dinâmico.

Hotéis abrem.

Produtos mudam.

Novos destinos ganham relevância.

Rotas surgem.

Regras são alteradas.

Comportamentos dos viajantes evoluem.

Novas experiências aparecem.

Aquilo que alguém aprendeu alguns anos atrás pode precisar ser atualizado hoje.

Portanto, existe uma mudança importante de mentalidade:

O objetivo não precisa ser SABER TUDO.

Precisa ser desenvolver conhecimento e, ao mesmo tempo, saber como encontrar, avaliar e utilizar aquilo que ainda não se sabe.

Essa diferença é enorme.


SABER ONDE ENCONTRAR TAMBÉM É CONHECIMENTO.

Imagine uma família procurando nosso Consultor para realizar uma viagem ao Japão.

Ele nunca esteve no Japão.

Isso significa que precisa simplesmente dizer:

“NÃO CONHEÇO. PROCURE OUTRO PROFISSIONAL”?

Não necessariamente.

Antes de qualquer coisa, ele precisa compreender aquela família.

Quem viajará?

Qual a idade de cada pessoa?

Por que escolheram o Japão?

O que desejam viver?

Quanto tempo possuem?

Como gostam de viajar?

Existe alguma restrição?

Qual o ritmo esperado?

Que investimento pretendem realizar?

Perceba algo importante:

mesmo antes de dominar o destino, o Consultor já pode começar fazendo aquilo que nenhum banco de dados consegue fazer sozinho:

COMPREENDER O CLIENTE.

Depois disso, começa outra etapa.

Encontrar o conhecimento necessário para ajudá-lo.

É exatamente aqui que tecnologia e inteligência começam a mudar as possibilidades.


A PERGUNTA CERTA PODE SER MAIS IMPORTANTE DO QUE UMA RESPOSTA IMEDIATA.

Um Consultor inseguro pode acreditar que precisa responder tudo na hora.

O profissional preparado aprende algo diferente.

Às vezes, a melhor resposta é:

“VOU ENTENDER MELHOR O QUE VOCÊ PRECISA E ANALISAR AS MELHORES POSSIBILIDADES.”

Isso não demonstra desconhecimento.

Demonstra responsabilidade.

Porque uma resposta rápida e errada vale muito menos do que uma recomendação construída com informação de qualidade.

E existe um princípio ainda mais importante:

A qualidade da inteligência depende da qualidade das informações que recebe.

Se nosso Consultor disser apenas:

“UMA FAMÍLIA QUER VIAJAR PARA O JAPÃO”,

existem milhares de possibilidades.

Mas quando compreende profundamente aquela família, o universo começa a diminuir.

A informação deixa de ser genérica.

Começa a ganhar contexto.

É nesse ponto que conhecimento e inteligência podem realmente gerar valor.


E SE A EXPERIÊNCIA DE MUITOS PUDESSE AJUDAR QUEM ESTÁ COMEÇANDO?

Agora imagine outra situação.

Um Consultor da rede conhece profundamente o Japão.

Outro desenvolveu especialização em Famílias.

Outro possui experiência atendendo passageiros idosos.

A VYAWAY possui metodologia, conteúdos, treinamentos e conhecimentos desenvolvidos ao longo de sua operação.

Existem ainda informações de produtos, destinos, experiências e diferentes fontes de conhecimento.

Separadamente, cada uma dessas partes possui valor.

Mas existe uma possibilidade muito maior:

CONECTÁ-LAS.

Esse é um dos princípios que dão sentido à Travel Intelligence.

O conhecimento não precisa permanecer isolado.

Quando organizado, atualizado e utilizado adequadamente, aquilo que diferentes pessoas aprenderam pode contribuir para ampliar a capacidade de toda uma rede.

O Consultor que está começando continua sendo iniciante.

Mas não precisa necessariamente começar sozinho.


A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NÃO TRANSFORMA UM NOVATO EM VETERANO.

Essa diferença precisa ficar clara.

Tecnologia não substitui anos de experiência.

Não cria automaticamente percepção.

Não conhece emocionalmente o cliente.

Não assume a responsabilidade pelo atendimento.

E não transforma alguém em especialista simplesmente porque produziu uma resposta em segundos.

Mas pode fazer algo extremamente importante:

AMPLIAR CAPACIDADE.

Pode ajudar a organizar informações.

Relacionar conhecimentos.

Identificar pontos que precisam ser investigados.

Comparar possibilidades.

Apoiar pesquisas.

Sugerir perguntas.

Apresentar caminhos que talvez o Consultor ainda não conhecesse.

E, principalmente, permitir que ele chegue mais preparado diante de situações novas.

Existe uma diferença enorme entre:

“EU NÃO SEI.”

e

“EU AINDA NÃO SEI, MAS SEI COMO BUSCAR O CONHECIMENTO NECESSÁRIO.”

Essa diferença pode mudar uma carreira.


O CONSULTOR CONTINUA NO CENTRO.

Agora volte à imagem deste capítulo.

Nosso Consultor está diante daquele painel gigantesco.

Talvez sua primeira reação seja imaginar que precisa memorizar tudo.

Não precisa.

Ele precisará estudar.

Aprender.

Especializar-se.

Ganhar experiência.

Atender clientes.

Errar, corrigir e evoluir.

Nada disso desaparece.

Mas existe uma nova possibilidade surgindo ao redor desse profissional.

Em vez de depender exclusivamente daquilo que conseguiu acumular individualmente, ele poderá contar com um ecossistema de conhecimento e inteligência capaz de ajudá-lo a encontrar respostas melhores.

Isso muda principalmente a jornada de quem está começando.

Porque o tempo necessário para adquirir experiência continuará existindo.

Mas o acesso ao conhecimento pode acontecer muito antes.


O TURISMO CONTINUA SENDO GIGANTESCO.

E isso é uma ótima notícia.

Quanto maior o mercado, maiores também são as possibilidades de aprender, especializar-se, atender diferentes pessoas e construir uma trajetória profissional.

Nosso Consultor olha novamente para o painel.

Ele ainda não conhece tudo.

Provavelmente nunca conhecerá.

Nenhum de nós conhecerá.

Mas talvez essa nunca tenha sido a pergunta correta.

Em vez de pensar:

“COMO VOU APRENDER TUDO ISSO?”

ele começa a fazer uma pergunta diferente:

“COMO POSSO TER ACESSO AO CONHECIMENTO CERTO QUANDO PRECISAR DELE?”

É exatamente a partir dessa pergunta que a Travel Intelligence começa a fazer sentido.

CAPÍTULO 2

ANTES DE ENCONTRAR A MELHOR VIAGEM
É PRECISO FAZER AS PERGUNTAS CERTAS

A HISTÓRIA POR TRÁS DESTA IMAGEM

Depois de olhar para a imensidão do turismo e imaginar como conseguiria aprender tudo, nosso Consultor começa a perceber que talvez estivesse olhando para o problema pelo lado errado.

Agora, diante dele, existe apenas uma cliente.

Ela não trouxe somente um destino em mente.

Trouxe uma família, diferentes idades, preferências, expectativas, necessidades, experiências desejadas e até um Golden Retriever que poderá fazer parte da viagem.

Cada resposta revela uma nova informação.

Cada pergunta ajuda a eliminar possibilidades que não fazem sentido e aproxima o Consultor daquelas que realmente importam.

Nosso Consultor começa a descobrir uma das primeiras regras de um atendimento inteligente:

antes de procurar respostas em um universo de possibilidades, é preciso compreender profundamente para quem estamos procurando.

 

ANTES DE ENCONTRAR A MELHOR VIAGEM, É PRECISO FAZER AS PERGUNTAS CERTAS

No capítulo anterior, nosso Consultor estava diante de um enorme painel tentando compreender como conseguiria aprender tudo aquilo.

Agora existe uma mudança importante.

Ele não está mais olhando para milhares de destinos, hotéis, experiências e produtos.

Está olhando para uma pessoa.

E talvez seja exatamente por aí que um bom atendimento deva começar.

A cliente poderia simplesmente entrar na agência e dizer:

“QUERO VIAJAR PARA A ITÁLIA.”

Parece uma informação importante.

Mas ainda é muito pouco.

* Itália para quem?
* Quando?
* Por quanto tempo?
* Com qual objetivo?
* Com quem?
* Em qual ritmo?
* Com quais interesses?
* Com qual orçamento?
* Que experiências essa pessoa deseja viver?
* O que ela não gostaria de encontrar durante a viagem?
* Existe alguma necessidade especial?
* E o Golden que está ao lado dela?
* Ele também viajará?

 

UMA MESMA VIAGEM PODE SIGNIFICAR COISAS COMPLETAMENTE DIFERENTES PARA PESSOAS DIFERENTES.

Imagine duas famílias procurando exatamente o mesmo destino.

A primeira possui filhos pequenos e quer dias tranquilos, deslocamentos curtos, hotéis confortáveis e atividades capazes de envolver adultos e crianças.

A segunda viaja com filhos adolescentes e procura gastronomia, esportes, experiências culturais e liberdade para explorar diferentes lugares.

O destino pode ser igual.

A viagem não será.

Agora acrescente avós à primeira família.

Depois acrescente um cachorro de grande porte.

Depois descubra que uma das pessoas possui dificuldade para caminhar longas distâncias.

Depois descubra que existe uma comemoração importante durante a viagem.

Cada nova informação modifica aquilo que pode ou não fazer sentido.

É por isso que um bom atendimento não começa procurando produtos.

Começa procurando informações.

 

ANTES DE CONHECER O DESTINO, É PRECISO CONHECER O VIAJANTE.

Essa mudança parece simples, mas transforma completamente a maneira de trabalhar.

Quando um Consultor começa pela oferta, tende a perguntar:

“PARA ONDE VOCÊ QUER IR?”

Quando começa pelo cliente, suas perguntas se tornam muito mais amplas:

* Quem viajará?
* Por que essa viagem está acontecendo?
* O que essas pessoas valorizam?
* Como costumam viajar?
* O que já viveram e gostariam de repetir?
* O que já viveram e não desejam repetir?
* Que lembrança gostariam de trazer de volta?
* Existe alguma preocupação?
* Alguma limitação?
* Alguma expectativa que ainda não foi verbalizada?

Quanto melhor o Consultor compreende essas respostas, menor se torna aquele gigantesco universo de possibilidades que vimos no Capítulo 1.

Milhares de alternativas começam a ser eliminadas.

Outras ganham relevância.

A viagem começa a adquirir identidade.

 

PERGUNTAR NÃO É PREENCHER UM FORMULÁRIO.

Existe uma diferença importante entre coletar dados e compreender uma pessoa.

Um formulário pode registrar:

* IDADE: 62 ANOS.

Mas uma conversa pode revelar:

“Tenho 62 anos, caminho bastante, adoro conhecer cidades a pé e faço trilhas regularmente.”

São informações completamente diferentes.

Da mesma maneira:

* VIAJA COM CACHORRO.

é diferente de descobrir:

“Nosso Golden faz parte da família e queremos que ele participe da viagem sempre que for possível.”

Uma informação registra um fato.

A outra ajuda a compreender uma prioridade.

É por isso que a entrevista não deve parecer um interrogatório.

As melhores informações surgem quando existe conversa.

* O Consultor pergunta.
* O cliente responde.
* Uma resposta desperta outra pergunta.
* Um comentário aparentemente pequeno pode revelar algo decisivo.

Às vezes, aquilo que determinará a experiência não estará na primeira resposta.

Estará na pergunta seguinte.

 

A QUALIDADE DA RESPOSTA DEPENDE DA QUALIDADE DA INFORMAÇÃO.

Essa lógica se torna ainda mais importante quando começamos a falar de Inteligência Artificial.

Imagine entregar para uma inteligência apenas esta informação:

“FAMÍLIA QUER VIAJAR PARA A ITÁLIA POR SETE DIAS.”

A resposta poderá parecer interessante.

Mas existe um problema.

Ela estará tentando construir possibilidades para pessoas que praticamente não conhece.

Agora imagine fornecer um contexto muito mais completo:

* Casal.
* Dois filhos.
* Avós participando.
* Golden Retriever.
* Período disponível.
* Orçamento aproximado.
* Preferências de hospedagem.
* Ritmo desejado.
* Experiências consideradas importantes.
* Restrições.
* Histórico de viagens.
* Interesses individuais.
* Expectativas.
* Prioridades.

Aquilo que parecia uma pergunta genérica começa a ganhar personalidade.

A inteligência deixa de trabalhar apenas com um destino.

Começa a trabalhar com contexto.

E contexto muda tudo.

 

INTELIGÊNCIA NÃO CORRIGE UMA PERGUNTA MAL CONSTRUÍDA.

Existe uma expectativa perigosa em relação à tecnologia:

imaginar que basta escrever qualquer coisa e esperar uma resposta extraordinária.

Não funciona assim.

Quanto menos informação existe, maior a necessidade de a tecnologia preencher lacunas com possibilidades genéricas.

Quanto melhor a informação, maiores são as condições para produzir análises relevantes.

É exatamente por isso que o Consultor continua sendo essencial.

Ele está diante da pessoa.

Consegue:

* Ouvir.
* Perguntar.
* Perceber hesitações.
* Identificar prioridades.
* Entender quando uma resposta precisa ser aprofundada.
* Descobrir aquilo que o cliente talvez nem tivesse pensado em mencionar.

A tecnologia pode ajudar a organizar tudo isso.

Mas alguém precisa primeiro descobrir o que realmente importa.

E esse alguém é o Consultor.

 

O CLIENTE NEM SEMPRE SABE O QUE PRECISA CONTAR.

Voltemos ao Golden.

Talvez a cliente nem imaginasse que mencionar o cachorro fosse importante naquele primeiro momento.

Talvez dissesse apenas:

“Queremos passar alguns dias na Europa.”

Se o Consultor não perguntar quem participará da viagem, uma informação fundamental poderá permanecer escondida.

E a presença de um animal de grande porte pode influenciar diferentes decisões da viagem.

O mesmo acontece com:

* Crianças.
* Idosos.
* Restrições alimentares.
* Mobilidade.
* Medos.
* Preferências.
* Celebrações.
* Experiências anteriores.
* Necessidades particulares.

O papel do Consultor não é esperar que o cliente saiba organizar todas essas informações.

É ajudá-lo a revelar aquilo que será importante para construir uma experiência adequada.

 

PERGUNTAS CERTAS TRANSFORMAM DESEJOS EM INFORMAÇÕES UTILIZÁVEIS.

“QUERO DESCANSAR.”

É um desejo.

Mas o que significa descansar para essa pessoa?

* Ficar vários dias em um resort?
* Acordar sem horário?
* Estar em contato com a natureza?
* Evitar deslocamentos?
* Ter alguém organizando todos os detalhes?

“QUERO UMA VIAGEM ROMÂNTICA.”

O que significa romântica?

* Privacidade?
* Gastronomia?
* Uma hospedagem especial?
* Um destino histórico?
* Praia?
* Neve?
* Experiências exclusivas?

“QUERO LEVAR MEUS FILHOS PARA UMA VIAGEM INESQUECÍVEL.”

O que seria inesquecível para aquelas crianças?

* Parques?
* Animais?
* Esportes?
* Natureza?
* Tecnologia?
* História?
* Aventura?

Perceba o que está acontecendo.

A pergunta não serve apenas para obter uma resposta.

Serve para transformar uma intenção ampla em conhecimento capaz de orientar decisões.

 

É AQUI QUE O CONSULTOR COMEÇA A SE TORNAR MAIS INTELIGENTE ANTES MESMO DE UTILIZAR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.

Esse ponto é fundamental para a Travel Intelligence.

Não queremos criar um profissional dependente de tecnologia.

Queremos criar um profissional capaz de utilizar tecnologia melhor.

E isso exige método.

Quanto melhor o Consultor compreender o cliente, melhor conseguirá orientar qualquer ferramenta que estiver à sua disposição.

Uma IA pode ter acesso a uma quantidade enorme de conhecimento.

Mas não estava naquela conversa.

* Não viu aquela família chegar.
* Não ouviu a maneira como a cliente falou sobre os filhos.
* Não percebeu a importância que atribuiu ao cachorro.
* Não conhece automaticamente o significado emocional daquela viagem.

O Consultor conhece.

É ele quem transforma a conversa em contexto.

Depois, a inteligência poderá ajudar a transformar contexto em possibilidades.

 

O GRANDE UNIVERSO COMEÇA A FICAR MENOR.

Agora podemos voltar à pergunta do Capítulo 1:

“SERÁ QUE PRECISO APRENDER TUDO PARA COMEÇAR A TER RESULTADOS?”

Nosso Consultor começa a descobrir que não.

Ele precisa:

* Estudar.
* Aprender.
* Desenvolver repertório.
* Ganhar experiência.

Mas não precisa analisar todas as possibilidades do turismo diante de cada cliente.

Precisa primeiro descobrir quais possibilidades merecem ser analisadas.

É uma diferença enorme.

No primeiro capítulo, havia um painel gigantesco diante dele.

Agora existe uma cliente.

E quanto mais ele compreende aquela pessoa, mais o painel começa a se organizar.

* Algumas possibilidades desaparecem.
* Outras se aproximam.
* Algumas perguntas encontram respostas.
* Outras revelam novas perguntas.

Até que aquele universo aparentemente impossível começa a adquirir direção.

 

A TECNOLOGIA PODE AJUDAR A ENCONTRAR CAMINHOS.

MAS É O CONSULTOR QUEM PRECISA DESCOBRIR PARA ONDE O CLIENTE REALMENTE QUER IR.

E nem sempre estamos falando apenas do destino.

Estamos falando da experiência que aquela pessoa deseja viver.

Essa é a diferença entre procurar uma viagem e começar a construir uma viagem para alguém.

Nosso Consultor já deu o segundo passo.

Primeiro percebeu que jamais conseguiria guardar todo o turismo dentro da própria cabeça.

Agora descobriu que também não precisa começar tentando.

Antes de buscar milhares de respostas, existe algo muito mais inteligente a fazer:

* PERGUNTAR.
* OUVIR.
* COMPREENDER.
* ORGANIZAR.

Só então procurar.

Porque quanto melhor conhecemos o viajante, mais inteligente pode se tornar tudo aquilo que vem depois.

CAPÍTULO 3

QUANDO A INFORMAÇÃO CERTA ENCONTRA A INTELIGÊNCIA,
AS POSSIBILIDADES COMEÇAM A GANHAR DIREÇÃO

A HISTÓRIA POR TRÁS DESTA IMAGEM

Nosso Consultor está começando sua jornada no turismo.

Diante dele existe um enorme painel.

Destinos.

Hotéis.

Cruzeiros.

Culturas.

Experiências.

Transportes.

Gastronomia.

Famílias.

Casais.

Grupos.

Aventura.

Luxo.

Natureza.

E quanto mais observa, mais percebe a dimensão do mercado que escolheu conhecer.

A mão na cabeça traduz uma pergunta bastante natural para quem está começando:

“COMO VOU CONSEGUIR APRENDER TUDO ISSO?”

Mas existe outra preocupação por trás dela.

Quanto tempo será necessário até possuir conhecimento suficiente para atender diferentes clientes com segurança e começar a gerar resultados?

A imagem representa exatamente esse desafio.

Nosso Consultor ainda não sabe, mas talvez a resposta não esteja em tentar guardar todo o turismo dentro da própria cabeça.

Talvez esteja em aprender a acessar o conhecimento certo quando realmente precisar dele.


O TURISMO É GRANDE DEMAIS. SERÁ QUE PRECISO APRENDER TUDO PARA COMEÇAR A TER RESULTADOS?

Imagine começar hoje no turismo.

Você aprende sobre um destino.

E descobre outros cinquenta.

Começa a entender hotelaria.

E aparecem resorts, pousadas, hotéis boutique, hospedagens de luxo e inúmeras categorias de produtos.

Estuda cruzeiros.

E encontra companhias, navios, cabines, roteiros, temporadas, portos e diferentes perfis de passageiros.

Depois chegam parques, transfers, seguros, locações, experiências, grupos, eventos, roteiros personalizados e dezenas de outros assuntos.

Quando parece que finalmente está começando a entender, um cliente pergunta sobre algo que você nunca estudou.

É exatamente diante desse universo que está nosso Consultor.

E surge uma preocupação legítima:

“SE EU PRECISAR APRENDER TUDO ANTES DE CONSEGUIR ATENDER BEM, QUANTO TEMPO LEVAREI PARA COMEÇAR A TER RESULTADOS?”


A EXPERIÊNCIA SEMPRE TERÁ VALOR.

Existe uma diferença natural entre quem começou agora e quem trabalha há muitos anos no turismo.

O profissional experiente já viveu situações diferentes.

Atendeu centenas de clientes.

Conheceu produtos.

Cometeu erros.

Encontrou soluções.

Visitou destinos.

Construiu relacionamentos.

Aprendeu a perceber detalhes que talvez um iniciante ainda não consiga enxergar.

Nada disso deixa de ser importante com a chegada da tecnologia.

Experiência continua sendo experiência.

O problema está em acreditar que o profissional que começa hoje precisa esperar muitos anos até conseguir ter acesso a uma parte relevante desse conhecimento.

É justamente essa distância que começa a mudar.


NINGUÉM CONSEGUIRÁ APRENDER TODO O TURISMO.

Observe novamente o painel.

Mesmo um profissional extremamente experiente não conhece profundamente tudo o que está representado ali.

E nem poderia.

O turismo é dinâmico.

Hotéis abrem.

Produtos mudam.

Novos destinos ganham relevância.

Rotas surgem.

Regras são alteradas.

Comportamentos dos viajantes evoluem.

Novas experiências aparecem.

Aquilo que alguém aprendeu alguns anos atrás pode precisar ser atualizado hoje.

Portanto, existe uma mudança importante de mentalidade:

O objetivo não precisa ser SABER TUDO.

Precisa ser desenvolver conhecimento e, ao mesmo tempo, saber como encontrar, avaliar e utilizar aquilo que ainda não se sabe.

Essa diferença é enorme.


SABER ONDE ENCONTRAR TAMBÉM É CONHECIMENTO.

Imagine uma família procurando nosso Consultor para realizar uma viagem ao Japão.

Ele nunca esteve no Japão.

Isso significa que precisa simplesmente dizer:

“NÃO CONHEÇO. PROCURE OUTRO PROFISSIONAL”?

Não necessariamente.

Antes de qualquer coisa, ele precisa compreender aquela família.

Quem viajará?

Qual a idade de cada pessoa?

Por que escolheram o Japão?

O que desejam viver?

Quanto tempo possuem?

Como gostam de viajar?

Existe alguma restrição?

Qual o ritmo esperado?

Que investimento pretendem realizar?

Perceba algo importante:

mesmo antes de dominar o destino, o Consultor já pode começar fazendo aquilo que nenhum banco de dados consegue fazer sozinho:

COMPREENDER O CLIENTE.

Depois disso, começa outra etapa.

Encontrar o conhecimento necessário para ajudá-lo.

É exatamente aqui que tecnologia e inteligência começam a mudar as possibilidades.


A PERGUNTA CERTA PODE SER MAIS IMPORTANTE DO QUE UMA RESPOSTA IMEDIATA.

Um Consultor inseguro pode acreditar que precisa responder tudo na hora.

O profissional preparado aprende algo diferente.

Às vezes, a melhor resposta é:

“VOU ENTENDER MELHOR O QUE VOCÊ PRECISA E ANALISAR AS MELHORES POSSIBILIDADES.”

Isso não demonstra desconhecimento.

Demonstra responsabilidade.

Porque uma resposta rápida e errada vale muito menos do que uma recomendação construída com informação de qualidade.

E existe um princípio ainda mais importante:

A qualidade da inteligência depende da qualidade das informações que recebe.

Se nosso Consultor disser apenas:

“UMA FAMÍLIA QUER VIAJAR PARA O JAPÃO”,

existem milhares de possibilidades.

Mas quando compreende profundamente aquela família, o universo começa a diminuir.

A informação deixa de ser genérica.

Começa a ganhar contexto.

É nesse ponto que conhecimento e inteligência podem realmente gerar valor.


E SE A EXPERIÊNCIA DE MUITOS PUDESSE AJUDAR QUEM ESTÁ COMEÇANDO?

Agora imagine outra situação.

Um Consultor da rede conhece profundamente o Japão.

Outro desenvolveu especialização em Famílias.

Outro possui experiência atendendo passageiros idosos.

A VYAWAY possui metodologia, conteúdos, treinamentos e conhecimentos desenvolvidos ao longo de sua operação.

Existem ainda informações de produtos, destinos, experiências e diferentes fontes de conhecimento.

Separadamente, cada uma dessas partes possui valor.

Mas existe uma possibilidade muito maior:

CONECTÁ-LAS.

Esse é um dos princípios que dão sentido à Travel Intelligence.

O conhecimento não precisa permanecer isolado.

Quando organizado, atualizado e utilizado adequadamente, aquilo que diferentes pessoas aprenderam pode contribuir para ampliar a capacidade de toda uma rede.

O Consultor que está começando continua sendo iniciante.

Mas não precisa necessariamente começar sozinho.


A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NÃO TRANSFORMA UM NOVATO EM VETERANO.

Essa diferença precisa ficar clara.

Tecnologia não substitui anos de experiência.

Não cria automaticamente percepção.

Não conhece emocionalmente o cliente.

Não assume a responsabilidade pelo atendimento.

E não transforma alguém em especialista simplesmente porque produziu uma resposta em segundos.

Mas pode fazer algo extremamente importante:

AMPLIAR CAPACIDADE.

Pode ajudar a organizar informações.

Relacionar conhecimentos.

Identificar pontos que precisam ser investigados.

Comparar possibilidades.

Apoiar pesquisas.

Sugerir perguntas.

Apresentar caminhos que talvez o Consultor ainda não conhecesse.

E, principalmente, permitir que ele chegue mais preparado diante de situações novas.

Existe uma diferença enorme entre:

“EU NÃO SEI.”

e

“EU AINDA NÃO SEI, MAS SEI COMO BUSCAR O CONHECIMENTO NECESSÁRIO.”

Essa diferença pode mudar uma carreira.


O CONSULTOR CONTINUA NO CENTRO.

Agora volte à imagem deste capítulo.

Nosso Consultor está diante daquele painel gigantesco.

Talvez sua primeira reação seja imaginar que precisa memorizar tudo.

Não precisa.

Ele precisará estudar.

Aprender.

Especializar-se.

Ganhar experiência.

Atender clientes.

Errar, corrigir e evoluir.

Nada disso desaparece.

Mas existe uma nova possibilidade surgindo ao redor desse profissional.

Em vez de depender exclusivamente daquilo que conseguiu acumular individualmente, ele poderá contar com um ecossistema de conhecimento e inteligência capaz de ajudá-lo a encontrar respostas melhores.

Isso muda principalmente a jornada de quem está começando.

Porque o tempo necessário para adquirir experiência continuará existindo.

Mas o acesso ao conhecimento pode acontecer muito antes.


O TURISMO CONTINUA SENDO GIGANTESCO.

E isso é uma ótima notícia.

Quanto maior o mercado, maiores também são as possibilidades de aprender, especializar-se, atender diferentes pessoas e construir uma trajetória profissional.

Nosso Consultor olha novamente para o painel.

Ele ainda não conhece tudo.

Provavelmente nunca conhecerá.

Nenhum de nós conhecerá.

Mas talvez essa nunca tenha sido a pergunta correta.

Em vez de pensar:

“COMO VOU APRENDER TUDO ISSO?”

ele começa a fazer uma pergunta diferente:

“COMO POSSO TER ACESSO AO CONHECIMENTO CERTO QUANDO PRECISAR DELE?”

É exatamente a partir dessa pergunta que a Travel Intelligence começa a fazer sentido.

CAPÍTULO 4

QUANDO A INFORMAÇÃO CERTA ENCONTRA A INTELIGÊNCIA,
AS POSSIBILIDADES COMEÇAM A GANHAR DIREÇÃO

A HISTÓRIA POR TRÁS DESTA IMAGEM

Depois da conversa com a cliente, nosso Consultor não ficou apenas com um pedido de viagem.

Agora ele conhece quem viajará, as diferentes idades, o orçamento, o ritmo desejado, as preferências, as necessidades da família e até a importância de incluir o Golden Retriever naquela experiência.

Em outra sala da agência, essas informações começam a encontrar algo que o Consultor jamais conseguiria carregar sozinho: uma enorme capacidade de cruzar conhecimento e analisar possibilidades.

As linhas douradas representam exatamente esse encontro.

De um lado, aquilo que o Consultor descobriu sobre o cliente.

No centro, inteligência, metodologia e conhecimento trabalhando juntos.

Do outro, possibilidades que começam a fazer sentido para aquela família.

Nosso Consultor não deixou de pensar.

Pelo contrário.

Agora ele tem muito mais elementos para pensar melhor.

 

QUANDO A INFORMAÇÃO CERTA ENCONTRA A INTELIGÊNCIA, AS POSSIBILIDADES COMEÇAM A GANHAR DIREÇÃO

No primeiro capítulo, nosso Consultor olhou para a imensidão do turismo e percebeu que seria impossível conhecer profundamente todas as possibilidades existentes.

No segundo, descobriu algo fundamental:

* Antes de procurar respostas, precisava compreender profundamente o cliente.

Agora ele entra em uma nova etapa.

A conversa terminou.

As perguntas foram feitas.

As respostas foram organizadas.

E aquilo que antes poderia ser resumido simplesmente como:

“UMA FAMÍLIA QUER VIAJAR PARA A EUROPA.”

transformou-se em um conjunto muito mais rico de informações.

Nosso Consultor agora sabe:

* Quem viajará.
* As diferentes idades.
* Quanto tempo a família possui.
* A faixa de investimento disponível.
* O ritmo desejado para a viagem.
* O nível de conforto esperado.
* Os interesses de cada integrante.
* As experiências consideradas importantes.
* As necessidades específicas.
* O histórico de viagens.
* As preferências gastronômicas.
* E que o Golden Retriever faz parte da família e deverá ser considerado sempre que possível.

Separadamente, cada informação diz alguma coisa.

Quando todas começam a ser relacionadas, passam a dizer muito mais.

É exatamente aqui que começamos a compreender o verdadeiro potencial da Travel Intelligence.

 

NÃO SE TRATA APENAS DE TER MAIS INFORMAÇÃO.

TRATA-SE DE CONSEGUIR RELACIONAR MELHOR ESSAS INFORMAÇÕES.

Durante décadas, grande parte desse trabalho dependeu quase exclusivamente do conhecimento acumulado pelo profissional.

Um Consultor experiente poderia ouvir determinadas características de um cliente e rapidamente lembrar:

* De um hotel que conheceu.
* De um destino que visitou.
* De um fornecedor com quem já trabalhou.
* De uma experiência semelhante que organizou.
* De um problema que enfrentou anteriormente.
* De uma solução que aprendeu ao longo dos anos.

Essa experiência continua sendo extremamente valiosa.

Mas existe uma limitação inevitável.

Mesmo o melhor profissional conhece apenas uma parcela do universo disponível.

O turismo muda.

Novos hotéis surgem.

Produtos são modificados.

Destinos ganham novas experiências.

Regras mudam.

Novas possibilidades aparecem.

Nenhum profissional consegue acompanhar pessoalmente tudo aquilo que acontece no mercado.

E não deveria precisar.

 

A INTELIGÊNCIA COMEÇA ONDE O CONHECIMENTO DE UMA ÚNICA PESSOA ENCONTRA SEUS LIMITES.

Imagine nosso Consultor diante das informações daquela família.

Ele poderia começar pesquisando sozinho:

* Destinos.
* Hospedagens.
* Deslocamentos.
* Experiências.
* Condições para viajar com o Golden.
* Atividades adequadas para diferentes idades.
* Gastronomia.
* Acessibilidade.
* Orçamento.
* Compatibilidade entre todas essas escolhas.

O problema não está apenas na quantidade de pesquisas.

Está nas relações entre elas.

Um hotel pode ser excelente e não funcionar para aquela família.

Um destino pode oferecer experiências incríveis e exigir deslocamentos incompatíveis com o ritmo desejado.

Uma hospedagem pode aceitar animais, mas estar localizada em uma região que dificulta toda a programação.

Uma experiência pode agradar aos adultos e não fazer sentido para as crianças.

Uma alternativa aparentemente mais barata pode aumentar outros custos da viagem.

Uma escolha nunca existe completamente isolada das demais.

É por isso que a inteligência não está simplesmente em encontrar opções.

Está em analisar relações.

 

A TRAVEL INTELLIGENCE COMEÇA A TRANSFORMAR INFORMAÇÕES EM CONTEXTO.

É isso que nossa imagem representa.

De um lado estão as informações coletadas pelo Consultor.

No centro, elas começam a ser analisadas, relacionadas e confrontadas com diferentes fontes de conhecimento.

Do outro lado surgem possibilidades.

Mas perceba uma diferença fundamental:

* Não aparece uma única resposta obrigatória.
* Não existe um botão dizendo “VIAGEM PERFEITA”.
* Não existe uma máquina substituindo a decisão profissional.

Existem possibilidades identificadas.

Isso é muito diferente.

Porque uma inteligência realmente útil não deveria simplesmente dizer ao Consultor:

“FAÇA ISSO.”

Ela deveria ajudá-lo a compreender:

* O que pode funcionar.
* Por que pode funcionar.
* Quais alternativas existem.
* Quais pontos merecem atenção.
* Onde podem existir incompatibilidades.
* O que precisa ser confirmado.
* Que novas perguntas talvez devam ser feitas ao cliente.

A decisão continua exigindo julgamento.

E julgamento continua sendo humano.

 

A TECNOLOGIA AMPLIA O CAMPO DE VISÃO DO CONSULTOR.

Voltemos ao nosso profissional do primeiro capítulo.

Naquele momento, ele estava assustado diante de um painel gigantesco.

Cruzeiros.

Luxo.

Famílias.

Aventura.

Corporativo.

Destinos nacionais e internacionais.

Hotéis.

Resorts.

Experiências.

Transportes.

Gastronomia.

Documentação.

Regras.

Fornecedores.

Milhares de possibilidades.

A sensação era:

“COMO VOU CONSEGUIR APRENDER TUDO ISSO?”

Agora a pergunta começa a mudar.

Ele não precisa dominar imediatamente todo aquele universo para começar a analisá-lo melhor.

Ele precisa desenvolver conhecimento suficiente para:

* Entender o cliente.
* Fazer boas perguntas.
* Interpretar informações.
* Reconhecer prioridades.
* Avaliar possibilidades.
* Questionar recomendações.
* Comparar alternativas.
* Tomar decisões profissionais.

A tecnologia não elimina a necessidade de aprender.

Ela muda aquilo que conseguimos fazer enquanto aprendemos.

E essa diferença pode ser enorme para um profissional que está começando.

 

EXPERIÊNCIA CONTINUA IMPORTANDO. MAS ELA PODE SER AMPLIADA PELO CONHECIMENTO DA REDE.

Imagine dois Consultores.

Um trabalha há quinze anos com turismo.

O outro começou há poucos meses.

O primeiro já viveu centenas de situações, conhece destinos, enfrentou problemas, descobriu soluções e construiu repertório.

O segundo ainda está construindo tudo isso.

Naturalmente, existe uma diferença enorme entre eles.

Mas agora imagine que o profissional mais novo não esteja completamente sozinho.

Ele pode ter acesso a:

* Metodologia.
* Conhecimento organizado.
* Conteúdos especializados.
* Informações estruturadas.
* Experiências acumuladas.
* Inteligências especializadas.
* Dados e referências capazes de ampliar sua análise.

Ele continuará sendo menos experiente.

Não existe tecnologia capaz de fabricar quinze anos de vivência em alguns minutos.

Mas existe tecnologia capaz de reduzir a distância entre não saber e conseguir investigar corretamente.

 

O NOVATO NÃO PRECISA FINGIR QUE SABE.

ELE PRECISA SABER COMO ENCONTRAR, ANALISAR E VALIDAR.

Durante muito tempo, conhecimento significava principalmente guardar informações.

Esse conhecimento continua importante.

Mas agora surge uma nova competência:

saber trabalhar com conhecimento disponível.

Isso significa formular boas perguntas, interpretar respostas, comparar fontes, identificar inconsistências e utilizar informação para tomar decisões melhores.

A Travel Intelligence não deve transformar o Consultor em alguém que simplesmente aceita aquilo que aparece na tela.

Deve fazer exatamente o contrário.

Quanto mais inteligência estiver disponível, maior deverá ser sua capacidade de análise.

 

PORQUE UMA RESPOSTA TECNOLOGICAMENTE SOFISTICADA AINDA PODE ESTAR ERRADA.

Inteligência Artificial não significa infalibilidade.

Informações podem estar:

* Desatualizadas.
* Incompletas.
* Mal interpretadas.
* Fora de contexto.
* Dependentes de confirmação.
* Baseadas em condições que mudaram.

Por isso, a Travel Intelligence não poderá ser construída sobre a ideia:

“A IA DISSE, PORTANTO ESTÁ CERTO.”

A lógica precisa ser outra:

“A INTELIGÊNCIA IDENTIFICOU ESTA POSSIBILIDADE. AGORA PRECISAMOS ANALISÁ-LA.”

Esse comportamento diferencia o uso profissional da tecnologia do uso superficial.

Quanto maior a responsabilidade envolvida em uma decisão, maior precisa ser a capacidade de validação.

E no turismo isso importa muito.

Estamos trabalhando com:

* Dinheiro.
* Tempo.
* Expectativas.
* Documentação.
* Regras de entrada.
* Reservas.
* Deslocamentos.
* Segurança.
* Experiências que muitas vezes representam sonhos construídos durante anos.

A tecnologia pode ajudar enormemente.

Mas responsabilidade profissional não pode ser terceirizada para uma tela.

 

A TRAVEL INTELLIGENCE NÃO SUBSTITUI EXPERIÊNCIA. ELA AJUDA A TRANSFORMAR CONHECIMENTO EM CAPACIDADE DE ANÁLISE.

O Consultor experiente poderá utilizar a inteligência e enxergar detalhes que um iniciante ainda não perceberia.

O iniciante poderá utilizar a mesma inteligência e descobrir caminhos que sozinho talvez nem soubesse onde procurar.

Os dois ganham.

Um amplia uma experiência que já possui.

O outro acelera a construção da própria experiência.

E cada atendimento também gera aprendizado.

* Cada pesquisa amplia repertório.
* Cada análise ensina alguma coisa.
* Cada situação apresenta novos problemas.
* Cada cliente traz uma combinação diferente de necessidades.

O Consultor deixa de utilizar a inteligência apenas para encontrar respostas.

Passa também a aprender com aquilo que encontra.

 

TECNOLOGIA BOA NÃO DEVE DEIXAR O PROFISSIONAL MAIS DEPENDENTE.

DEVE AJUDÁ-LO A SE TORNAR MAIS CAPAZ.

Esse será um dos princípios mais importantes da Travel Intelligence.

Hoje ele pergunta porque não conhece.

Amanhã poderá reconhecer aquela situação.

Depois poderá antecipar uma necessidade.

Mais adiante poderá ensinar outro Consultor.

É assim que conhecimento começa a circular.

E é aqui que a ideia se torna maior do que simplesmente colocar uma Inteligência Artificial dentro de um portal.

 

UMA REDE INTEIRA PODE COMEÇAR A PENSAR MELHOR QUANDO O CONHECIMENTO DEIXA DE FICAR ISOLADO.

Imagine quantas experiências diferentes poderão existir dentro de uma rede de Consultores.

* Uma pessoa conhece profundamente cruzeiros.
* Outra entende viagens com crianças.
* Outra desenvolveu experiência em luxo.
* Outra conhece viagens corporativas.
* Outra domina determinados destinos.
* Outra aprendeu muito sobre grupos.
* Outra conhece necessidades específicas de viajantes maduros.
* Outra desenvolveu conhecimento em experiências pet friendly.

Quando conhecimento permanece apenas dentro da cabeça de cada profissional, temos vários especialistas separados.

Quando conseguimos organizar conhecimento, metodologia e inteligência, começamos a construir capacidade coletiva.

Isso não significa que todos passarão a saber tudo.

Significa que ninguém precisa começar sempre do zero.

 

O CONSULTOR CONTINUA NO CENTRO.

Observe novamente nossa imagem.

A inteligência está na tela.

O conhecimento está sendo relacionado.

As possibilidades aparecem.

Mas existe alguém sentado diante dela.

O Consultor.

É ele quem conhece o cliente.

É ele quem fez as perguntas.

É ele quem interpreta aquilo que aparece.

É ele quem deverá conversar novamente com a família.

É ele quem poderá perceber que alguma alternativa tecnicamente correta simplesmente não combina com aquelas pessoas.

É ele quem assume responsabilidade pelo atendimento.

A Travel Intelligence não existe para retirar o profissional da relação.

Existe para colocar muito mais capacidade nas mãos desse profissional.

E agora nosso Consultor começa a entender aquilo que parecia impossível no primeiro capítulo.

Ele não precisa ter todas as respostas guardadas dentro da própria cabeça.

Precisa desenvolver algo talvez ainda mais importante:

* Saber perguntar.
* Saber pesquisar.
* Saber interpretar.
* Saber comparar.
* Saber validar.
* Saber decidir.
* E continuar aprendendo.

No Capítulo 1, ele estava perdido diante de milhares de possibilidades.

No Capítulo 2, aprendeu a transformar uma conversa em informações relevantes.

Agora, no Capítulo 3, essas informações encontraram inteligência.

E aquele enorme universo começa finalmente a ganhar direção.

 

MAS AINDA FALTA UMA PERGUNTA FUNDAMENTAL:

SE EXISTEM TANTAS INTELIGÊNCIAS, TANTOS CONHECIMENTOS E TANTAS POSSIBILIDADES, COMO FAZER TUDO ISSO TRABALHAR JUNTO?

É exatamente aí que a Travel Intelligence começa a revelar sua verdadeira dimensão.

CAPÍTULO 5

QUANDO DIFERENTES INTELIGÊNCIAS TRABALHAM JUNTAS,
O CONHECIMENTO DEIXA DE TER FRONTEIRAS

A HISTÓRIA POR TRÁS DESTA IMAGEM

Nosso Consultor já descobriu que não precisa carregar sozinho todo o conhecimento do turismo.

Agora ele começa a compreender algo ainda maior.

No centro da imagem está a Travel Intelligence. Ao redor dela, diferentes conhecimentos, especialidades e capacidades trabalham conectados.

As linhas douradas não ligam apenas cada núcleo ao centro. Elas também criam relações entre diferentes áreas, porque uma necessidade do cliente raramente pertence a um único assunto.

Ao fundo, Balneário Camboriú representa o mundo real onde tudo isso precisa gerar resultado.

A imagem não representa uma única inteligência tentando saber tudo.

Representa um ecossistema no qual diferentes conhecimentos podem colaborar para ajudar o Consultor a compreender situações cada vez mais complexas.

Quanto maior o desafio, mais importante se torna saber conectar as inteligências certas.

 

QUANDO DIFERENTES INTELIGÊNCIAS TRABALHAM JUNTAS, O CONHECIMENTO DEIXA DE TER FRONTEIRAS

No capítulo anterior, nosso Consultor descobriu que a inteligência pode ajudá-lo a analisar uma quantidade de informações que dificilmente conseguiria relacionar sozinho.

Mas terminamos com uma pergunta:

SE EXISTEM TANTAS INTELIGÊNCIAS, TANTOS CONHECIMENTOS E TANTAS POSSIBILIDADES, COMO FAZER TUDO ISSO TRABALHAR JUNTO?

A resposta começa com uma mudança importante de perspectiva.

Talvez não faça sentido tentar construir uma única inteligência que seja profundamente especialista em tudo.

Porque estaríamos recriando na tecnologia o mesmo problema apresentado no primeiro capítulo.

O turismo é grande demais.

Existem conhecimentos sobre:

* Clientes.
* Destinos.
* Hospedagens.
* Cruzeiros.
* Experiências.
* Transportes.
* Documentação.
* Vendas.
* Relacionamento.
* Marketing.
* Operação.
* Finanças.
* Grupos.
* Luxo.
* Famílias.
* Viagens corporativas.
* E inúmeras outras especialidades.

Quanto maior o universo, mais difícil tratar todos esses conhecimentos com a mesma profundidade.

Por isso, talvez a pergunta mais inteligente não seja:

“COMO CRIAR UMA INTELIGÊNCIA QUE SAIBA TUDO?”

Mas:

“COMO FAZER DIFERENTES INTELIGÊNCIAS E CONHECIMENTOS TRABALHAREM JUNTOS?”

 

É AQUI QUE COMEÇA A SURGIR O CONCEITO DE UM ECOSSISTEMA DE INTELIGÊNCIA.

Imagine novamente aquela família que conhecemos nos capítulos anteriores.

Casal.

Filhos.

Avós.

Golden Retriever.

Europa.

Conforto.

Gastronomia.

Experiências.

Orçamento definido.

Necessidades específicas.

À primeira vista, parece apenas uma viagem.

Mas observe quantos conhecimentos podem estar envolvidos.

O perfil da família exige compreensão do cliente e de seu histórico.

As diferentes gerações podem exigir conhecimentos sobre famílias e viajantes maduros.

O Golden pode envolver transporte, hospedagem, regras e experiências adequadas.

O orçamento precisa conversar com todas as escolhas.

A construção da proposta envolve conhecimento comercial.

A confirmação da viagem envolve operação.

Uma única necessidade atravessa diferentes áreas.

 

O CLIENTE NÃO CHEGA DIVIDIDO EM DEPARTAMENTOS.

Ele não entra na agência dizendo:

“AGORA TENHO UM PROBLEMA DE CRM.”

Depois:

“AGORA PRECISO DE UMA RESPOSTA FINANCEIRA.”

Depois:

“AGORA QUERO FALAR COM OPERAÇÃO.”

O cliente simplesmente apresenta uma situação.

É a estrutura por trás do atendimento que precisa compreender quais conhecimentos são necessários para ajudá-lo.

Se criarmos várias inteligências completamente isoladas, podemos apenas transferir para o Consultor um novo problema.

Antes ele precisava descobrir onde encontrar conhecimento.

Agora teria que descobrir:

“QUAL IA EU DEVO PERGUNTAR?”

E talvez repetir todo o contexto para cada uma delas.

Isso não seria um ecossistema inteligente.

Seria apenas uma coleção de ferramentas.

 

A VISÃO DA TRAVEL INTELLIGENCE É MAIOR.

Imagine o Consultor apresentando uma situação:

“Tenho uma família formada por um casal, dois filhos e os avós. Eles querem viajar para a Europa durante dez dias. O Golden Retriever faz parte da família. Procuram conforto, gastronomia, experiências culturais e um ritmo tranquilo. Temos determinada faixa de investimento.”

Ele não deveria precisar desmontar esse cliente em diferentes perguntas para diferentes sistemas.

O contexto precisa permanecer conectado.

A partir dali, diferentes conhecimentos podem participar da análise.

* Uma inteligência pode compreender melhor o perfil do cliente.
* Outra pode contribuir com conhecimento especializado sobre a viagem.
* Outra pode analisar aspectos comerciais.
* Outra pode considerar questões operacionais.
* Outra pode avaliar impactos financeiros.
* Outra pode identificar informações que precisam ser confirmadas.
* Outra pode sugerir perguntas que ainda não foram feitas.

E essas contribuições podem se relacionar.

 

É EXATAMENTE ISSO QUE AS LINHAS DOURADAS DA NOSSA IMAGEM REPRESENTAM.

Os diferentes núcleos não existem como ilhas.

Eles estão conectados.

Uma informação pode encontrar outra área, receber uma nova interpretação e enriquecer a análise.

Problemas complexos raramente são resolvidos por uma única especialidade.

Imagine uma grande viagem em grupo.

Talvez seja necessário combinar:

* Perfil dos viajantes.
* Especialização no destino.
* Negociação.
* Formação de preço.
* Comunicação e marketing.
* Comercialização.
* Operação.
* Gestão dos participantes.
* Relacionamento pós-viagem.

Em uma viagem corporativa, a combinação muda.

Em uma lua de mel, muda novamente.

Em um cruzeiro em família, outra combinação.

Em um retiro ou em uma viagem de luxo, outras competências podem ser necessárias.

 

A INTELIGÊNCIA CERTA DEPENDE DO PROBLEMA QUE PRECISA SER RESOLVIDO.

Isso nos leva a uma das ideias mais importantes da Travel Intelligence:

o Consultor não deveria precisar dominar a arquitetura tecnológica existente por trás da solução.

Ele precisa dominar aquilo que é responsabilidade profissional dele.

* Conhecer o cliente.
* Explicar bem a situação.
* Fornecer contexto.
* Fazer boas perguntas.
* Interpretar aquilo que recebe.
* Validar informações importantes.
* Tomar decisões.

O restante deve se tornar progressivamente mais simples.

 

O CONSULTOR NÃO PRECISA SABER ONDE ESTÁ TODO O CONHECIMENTO.

PRECISA SABER EXPLICAR CORRETAMENTE O PROBLEMA.

Pense no que isso representa para alguém que está começando no turismo.

Diante de uma situação desconhecida, o profissional poderia pensar:

“NÃO SEI FAZER ISSO.”

E talvez nem soubesse onde pesquisar ou quais perguntas deveria fazer.

Em um ecossistema de inteligência, a situação pode começar de outra maneira:

“AINDA NÃO SEI FAZER ISSO. MAS SEI COMO COMEÇAR A INVESTIGAR.”

Isso não transforma um iniciante em especialista instantaneamente.

Mas impede que falta de experiência signifique falta de caminho.

 

CONHECIMENTO COLETIVO PODE SE TORNAR CAPACIDADE INDIVIDUAL.

Imagine uma rede crescendo.

* Um Consultor desenvolve grande conhecimento em cruzeiros.
* Outro domina viagens com famílias.
* Outro acumula experiência em determinado destino.
* Outro aprende profundamente sobre grupos.
* Outro desenvolve conhecimento sobre luxo.
* Outro encontra soluções para situações operacionais difíceis.

Existe uma enorme quantidade de conhecimento sendo produzida.

O problema é que, tradicionalmente, grande parte dele permanece dispersa:

* Na memória das pessoas.
* Em conversas.
* Em documentos.
* Em treinamentos.
* Em mensagens.
* Em experiências que nunca foram registradas.

Quando alguém sai, parte desse conhecimento pode desaparecer.

Quando chega um novo profissional, muitas vezes começa quase do zero.

Agora imagine outra realidade.

O conhecimento relevante começa a ser:

* Organizado.
* Estruturado.
* Atualizado.
* Relacionado.
* Disponibilizado.
* Transformado em capacidade de apoio.

A rede deixa de ser apenas um conjunto de pessoas trabalhando sob uma mesma estrutura.

Começa a se transformar também em uma rede de conhecimento.

 

E QUANTO MAIS A REDE APRENDE, MAIOR PODE SE TORNAR A CAPACIDADE DE CADA PROFISSIONAL.

Não basta possuir conhecimento.

É preciso colocá-lo no lugar certo, diante da pessoa certa, no momento em que ele pode fazer diferença.

Uma informação excelente que ninguém encontra possui pouco valor prático.

Um especialista extraordinário que não consegue compartilhar aquilo que sabe limita seu impacto.

Uma metodologia esquecida em um documento não transforma comportamento.

A inteligência pode diminuir essas distâncias.

 

MAS EXISTE UMA CONDIÇÃO: CONHECIMENTO PRECISA TER QUALIDADE.

Conectar inteligências ruins não produz inteligência melhor.

Produz erros mais rápidos.

Por isso, um ecossistema como esse precisa ser construído sobre fundamentos sólidos:

* Metodologia.
* Conhecimento confiável.
* Organização.
* Critérios.
* Atualização.
* Validação.
* Responsabilidade profissional.

A tecnologia é o meio pelo qual diferentes capacidades podem trabalhar juntas.

Mas aquilo que alimenta essa tecnologia continua sendo decisivo.

É por isso que a Travel Intelligence não pode ser compreendida simplesmente como:

“UMA IA DA VYAWAY.”

Ela é uma visão muito maior.

É a possibilidade de criar um ambiente no qual conhecimento, metodologia, especialização e diferentes inteligências possam colaborar para ampliar a capacidade do profissional.

 

UMA INTELIGÊNCIA PODE SER EXCELENTE.

UM ECOSSISTEMA DE INTELIGÊNCIAS PODE SER MUITO MAIS PODEROSO.

Uma inteligência especializada pode aprofundar determinado conhecimento.

Outra pode analisar uma dimensão diferente do mesmo problema.

Outra pode confrontar informações ou identificar riscos.

Outra pode encontrar possibilidades.

Juntas, podem oferecer ao Consultor uma visão mais completa antes de uma decisão.

Não significa criar complexidade para quem utiliza.

Significa fazer a complexidade trabalhar por trás de uma experiência simples.

 

POR TRÁS, MUITAS COISAS PODEM ESTAR ACONTECENDO.

NA FRENTE, A EXPERIÊNCIA PRECISA CONTINUAR SIMPLES.

O Consultor não deveria precisar entender como diferentes inteligências trocaram informações.

Ele precisa conseguir dizer:

“ESTA É A SITUAÇÃO. AJUDE-ME A ANALISÁ-LA.”

A partir daí, o conhecimento necessário começa a se aproximar do problema.

E nossa imagem representa exatamente esse momento.

No centro está a Travel Intelligence.

Ao redor, diferentes capacidades.

Entre elas, conexões.

Ao fundo, o mundo real.

Porque tecnologia só possui valor quando aquilo que acontece dentro dela melhora aquilo que acontece fora dela.

* Melhora uma decisão.
* Melhora uma proposta.
* Melhora um atendimento.
* Melhora uma operação.
* Melhora a experiência do cliente.
* Melhora a capacidade do Consultor.

Nosso profissional começou esta jornada olhando para um universo gigantesco e perguntando:

“SERÁ QUE DAREI CONTA DE APRENDER TUDO ISSO?”

Agora começa a perceber que talvez essa nunca tenha sido a pergunta correta.

Ele continuará estudando.

Continuará aprendendo.

Continuará ganhando experiência.

Continuará se especializando.

Mas não precisará construir conhecimento completamente sozinho.

Quando inteligências, metodologias, especializações e experiências começam a trabalhar juntas, o conhecimento começa a circular.

E quando o conhecimento circula, pode chegar exatamente onde é necessário.

 

NO MOMENTO CERTO.

PARA O PROFISSIONAL CERTO.

DIANTE DO CLIENTE CERTO.

É assim que uma rede deixa de apenas possuir conhecimento.

E começa a desenvolver inteligência coletiva.

CAPÍTULO 6

NO FINAL, A MELHOR MEDIDA DA INTELIGÊNCIA
CONTINUA SENDO A SATISFAÇÃO DO CLIENTE

A HISTÓRIA POR TRÁS DESTA IMAGEM

A família voltou.

Mas desta vez não voltou para pesquisar uma nova viagem, pedir uma cotação ou resolver algum problema.

Voltou para agradecer.

A caixa de chocolates entregue ao Consultor é apenas um gesto. O verdadeiro presente está nas histórias que eles trouxeram.

As imagens ao fundo representam aquilo que agora faz parte da memória da família: lugares conhecidos, experiências compartilhadas, momentos entre gerações e até o Golden participando da viagem.

Todos querem mostrar, contar e reviver um pouco do que aconteceu.

Depois de tantos capítulos falando sobre informação, conhecimento, especialização e inteligência, esta imagem revela aquilo que realmente importa.

A tecnologia ficou para trás.

O que vemos agora são pessoas.

Porque a Travel Intelligence só fará sentido se toda a inteligência utilizada antes da viagem conseguir produzir algo profundamente humano depois dela:

um cliente satisfeito, uma experiência memorável e uma relação que merece continuar.

 

NO FINAL, A MELHOR MEDIDA DA INTELIGÊNCIA CONTINUA SENDO A SATISFAÇÃO DO CLIENTE

A família voltou satisfeita.

Trouxe fotografias, vídeos, histórias e até uma caixa de chocolates para agradecer ao Consultor.

A cena mostra o resultado da viagem. Mas, para a Travel Intelligence, existe algo ainda mais importante acontecendo naquele momento:

A VIAGEM TERMINOU PARA O CLIENTE. PARA A INTELIGÊNCIA, COMEÇOU UMA NOVA ETAPA.

Até aqui, acompanhamos como informações podem ajudar a construir decisões melhores antes da viagem.

Agora precisamos compreender o caminho contrário.

O que aconteceu durante a experiência também pode se transformar em informação.

E essa informação pode gerar conhecimento.

 

O PÓS-VIAGEM NÃO DEVE SER APENAS UM AGRADECIMENTO.

Tradicionalmente, muitas relações comerciais praticamente terminam quando o cliente retorna.

A viagem aconteceu.

O serviço foi entregue.

Talvez exista uma mensagem perguntando:

“COMO FOI A VIAGEM?”

Se a resposta for:

“FOI ÓTIMA!”

temos uma demonstração de satisfação.

Mas ainda sabemos muito pouco.

Para produzir conhecimento, precisamos compreender a experiência.

* O que funcionou particularmente bem?
* O que surpreendeu positivamente?
* Alguma expectativa não foi atendida?
* A hospedagem correspondeu ao esperado?
* Os deslocamentos e o ritmo planejado funcionaram?
* Quais experiências foram realmente memoráveis?
* O que as crianças preferiram?
* Como os avós se sentiram?
* Como foi viajar com o Golden?
* O que a família faria diferente na próxima vez?

Perceba a diferença.

Não estamos simplesmente perguntando se o cliente gostou.

Estamos tentando aprender com aquilo que ele viveu.

 

SATISFAÇÃO É UM RESULTADO. APRENDIZADO É UM PATRIMÔNIO.

Imagine que aquela família diga:

“O hotel era excelente, mas descobrimos que preferimos hotéis menores e mais tranquilos.”

Essa informação possui enorme valor.

Na próxima viagem, o Consultor já conhece uma preferência que antes talvez nem o próprio cliente soubesse explicar.

Outro integrante pode dizer:

“Gostamos dos passeios, mas preferimos uma tarde livre entre dias mais intensos.”

Os avós podem explicar que caminhar não foi o problema, mas muitos deslocamentos no mesmo dia foram cansativos.

Os filhos podem revelar que a experiência favorita foi justamente aquela que ninguém imaginava.

E determinada solução utilizada para viajar com o Golden pode ter funcionado excepcionalmente bem.

Tudo isso é novo conhecimento.

A experiência real confirma, corrige e enriquece aquilo que sabíamos antes da viagem.

 

É ASSIM QUE O PERFIL DO CLIENTE DEIXA DE SER ESTÁTICO.

Conhecer um cliente não significa preencher um cadastro uma única vez.

Pessoas mudam.

Famílias mudam.

Filhos crescem.

Preferências evoluem.

Condições financeiras mudam.

Novos interesses aparecem.

Experiências anteriores modificam expectativas futuras.

Alguém que nunca havia feito um cruzeiro pode descobrir que adora esse tipo de viagem.

Uma família que antes organizava tudo em torno das crianças pode, alguns anos depois, viajar de maneira completamente diferente.

Por isso, inteligência sobre clientes precisa ser construída ao longo do relacionamento.

Cada atendimento acrescenta contexto.

Cada viagem acrescenta experiência.

Cada retorno pode acrescentar conhecimento.

E esse histórico permite algo extremamente importante:

NÃO APENAS LEMBRAR O QUE O CLIENTE COMPROU, MAS COMPREENDER MELHOR COMO ELE GOSTA DE VIAJAR.

Um histórico tradicional pode mostrar:

* Destino.
* Hotel.
* Data.
* Valor.
* Produto adquirido.

Um histórico inteligente deveria preservar também:

* Preferências percebidas.
* Experiências valorizadas.
* Ritmo de viagem.
* Estilo de hospedagem.
* Interesses individuais.
* Restrições.
* Situações que geraram desconforto.
* Soluções que funcionaram.
* Expectativas futuras.
* Mudanças percebidas ao longo do relacionamento.

Assim, histórico deixa de ser apenas registro e começa a se transformar em inteligência de relacionamento.

 

MAS O APRENDIZADO NÃO PRECISA TERMINAR NAQUELE CLIENTE.

Uma experiência pode ensinar sobre a pessoa.

Mas também pode ensinar sobre o turismo.

Imagine dezenas de Consultores registrando aprendizados reais de suas experiências.

Não opiniões soltas.

Aprendizados estruturados e avaliados.

* Um identifica uma característica importante de determinada experiência.
* Outro encontra uma dificuldade recorrente em certo tipo de viagem.
* Outro descobre uma solução operacional eficiente.
* Outro percebe que uma recomendação funciona para determinado perfil, mas não para outro.
* Outro aprende algo importante sobre viagens multigeracionais.
* Outro acumula experiência em viagens com animais.

Separadamente, são experiências individuais.

Organizadas corretamente, podem começar a formar conhecimento coletivo.

É AQUI QUE A TRAVEL INTELLIGENCE PODE SE TORNAR PROGRESSIVAMENTE MAIS VALIOSA.

 

No capítulo anterior, falamos sobre diferentes inteligências trabalhando juntas.

Agora acrescentamos outro elemento:

essas inteligências precisam ser alimentadas por conhecimento de qualidade.

Uma rede não deveria apenas consumir conhecimento.

Também pode aprender com aquilo que vive.

Mas existe uma diferença fundamental entre acumular informação e construir conhecimento.

MILHARES DE COMENTÁRIOS NÃO FORMAM AUTOMATICAMENTE UMA INTELIGÊNCIA.

Para que experiências possam realmente ajudar outras pessoas, precisamos considerar:

* Contexto.
* Origem da informação.
* Confiabilidade.
* Recorrência.
* Atualidade.
* Relevância.
* Validação.

Imagine um cliente dizendo que não gostou de determinado hotel.

Isso significa que o hotel é ruim?

Não necessariamente.

Talvez seja excelente para outro perfil.

Talvez tenha ocorrido um problema pontual.

Talvez o cliente procurasse tranquilidade e tenha escolhido uma hospedagem voltada para entretenimento e movimento.

A informação isolada diz:

“O CLIENTE NÃO GOSTOU.”

A inteligência precisa perguntar:

“POR QUE NÃO GOSTOU E EM QUAL CONTEXTO?”

Esse princípio vale para praticamente tudo.

Uma experiência extraordinária para um casal pode não funcionar para uma família com crianças pequenas.

Um roteiro perfeito para viajantes ativos pode ser cansativo para quem deseja descansar.

Um hotel excelente para eventos pode não ser a melhor escolha para uma lua de mel.

 

CONHECIMENTO SEM CONTEXTO PODE PRODUZIR RECOMENDAÇÕES RUINS.

Por isso, o crescimento da Travel Intelligence não pode ser medido apenas pela quantidade de informações disponíveis.

Mais dados não significam necessariamente melhores decisões.

O objetivo é transformar informações relevantes em conhecimento utilizável.

A EXPERIÊNCIA PRECISA FECHAR UM CICLO.

Podemos compreender esse processo de maneira simples:

* O cliente fornece informações.
* O Consultor aprofunda o contexto.
* A inteligência ajuda a analisar possibilidades.
* Diferentes conhecimentos colaboram.
* O Consultor avalia e toma decisões.
* A viagem acontece.
* A experiência produz novos aprendizados.
* Esses aprendizados enriquecem o conhecimento disponível.
* O próximo atendimento pode começar de um nível mais alto.

A inteligência deixa de ser apenas uma ferramenta utilizada antes da venda.

Ela passa a fazer parte de um processo contínuo de aprendizado.

 

INFORMAÇÃO → INTELIGÊNCIA → EXPERIÊNCIA → APRENDIZADO → NOVO CONHECIMENTO.

E então o ciclo recomeça.

Quanto melhor esse processo funcionar, menor será a necessidade de começar sempre do zero.

Para o cliente.

Para o Consultor.

E para a rede.

 

O CONSULTOR TAMBÉM PRECISA APRENDER COM A INTELIGÊNCIA.

Se a Travel Intelligence apenas entregar respostas, podemos criar profissionais cada vez mais dependentes dela.

Esse não deve ser o objetivo.

O Consultor precisa perceber:

* Por que determinada alternativa foi considerada.
* Que informação influenciou uma recomendação.
* Que risco foi identificado.
* Que conhecimento novo surgiu.
* O que deve observar em situações semelhantes.
* O que aquela experiência ensinou.

A tecnologia deve aumentar capacidade profissional.

Não apenas velocidade.

Um Consultor iniciante pode utilizar inteligência para resolver uma situação que ainda não domina.

Mas, depois de dez situações semelhantes, esperamos que tenha aprendido.

Depois de cinquenta, que reconheça padrões.

Com experiência, que também possua conhecimento relevante para contribuir.

 

O NOVATO RECEBE CONHECIMENTO DA REDE.

COM O TEMPO, PODE SE TORNAR UMA DAS PESSOAS QUE GERAM CONHECIMENTO PARA A REDE.

Esse movimento é fundamental porque uma rede inteligente não deveria depender apenas de uma base construída no início.

Ela precisa evoluir.

Novos destinos surgem.

Produtos mudam.

Comportamentos mudam.

Tecnologias mudam.

Clientes mudam.

O próprio turismo muda.

Por isso, conhecimento precisa ser vivo.

E conhecimento vivo exige aprendizado contínuo.

 

MAS EXISTE ALGO QUE A TECNOLOGIA NÃO PODE ESQUECER.

Por mais sofisticada que se torne a Travel Intelligence, existe uma medida simples para avaliar se estamos caminhando na direção correta:

A EXPERIÊNCIA DO CLIENTE ESTÁ MELHORANDO?

Estamos compreendendo melhor as pessoas?

Estamos fazendo perguntas melhores?

Estamos identificando necessidades com mais precisão?

Estamos evitando erros que poderiam ser antecipados?

Estamos construindo propostas mais coerentes?

Estamos aprendendo com aquilo que acontece?

O Consultor está se tornando mais capaz?

O cliente está percebendo mais valor?

Se a resposta for não, adicionar mais tecnologia não resolverá necessariamente o problema.

Tecnologia não deve ser objetivo.

Deve ser instrumento.

A caixa de chocolates da nossa imagem representa satisfação, mas ela não é a medida real do sucesso.

O que importa é aquilo que aconteceu antes dela.

Uma família foi compreendida.

Decisões foram tomadas.

Uma experiência aconteceu.

E agora existe conhecimento novo que não existia antes.

 

A MELHOR TRAVEL INTELLIGENCE NÃO SERÁ AQUELA QUE SIMPLESMENTE SOUBER MAIS.

SERÁ AQUELA QUE CONSEGUIR APRENDER MELHOR, ORGANIZAR MELHOR E AJUDAR PESSOAS A DECIDIR MELHOR.

É assim que conhecimento deixa de ser apenas um arquivo ou experiência individual.

Passa a fazer parte de uma capacidade coletiva que pode continuar evoluindo.

Nosso Consultor começou esta jornada preocupado porque não conseguiria aprender tudo.

Agora podemos compreender por que ele não precisa.

Ele precisa aprender continuamente.

Precisa saber utilizar conhecimento.

Precisa contribuir com aquilo que aprende.

Precisa desenvolver julgamento.

Precisa conhecer cada vez melhor seus clientes.

E precisa ter ao seu lado uma estrutura capaz de transformar o conhecimento de muitos em capacidade para cada profissional.

A família voltou satisfeita.

A viagem terminou.

Mas o aprendizado não.

E talvez seja exatamente essa a diferença entre uma tecnologia que apenas responde perguntas e uma verdadeira inteligência:

UMA ENTREGA RESPOSTAS.

A OUTRA AJUDA A CONSTRUIR CONHECIMENTO.

O QUE VOCÊ ENCONTRARÁ COMO HOMOLOGADO VYAWAY

A Travel Intelligence está sendo desenvolvida para transformar conhecimento, metodologia, experiência e inteligência em capacidade prática para os profissionais da rede VYAWAY.
Como Homologado, você terá acesso progressivo a um ecossistema criado para apoiar seus Consultores, ampliar a qualidade dos atendimentos e transformar o conhecimento acumulado pela rede em uma inteligência cada vez mais útil para todos.
Conheça algumas das capacidades previstas para a evolução da
Travel Intelligence:

7. INTELIGÊNCIAS ESPECIALIZADAS
Conhecimentos especializados em diferentes áreas do turismo para apoiar análises com maior profundidade.

8. INTELIGÊNCIA INTEGRADA
Diferentes inteligências trabalhando em conjunto e compartilhando contexto para analisar uma mesma situação.

9. PERFIL INTELIGENTE DO CLIENTE
Preferências, histórico, necessidades e aprendizados organizados para ampliar o conhecimento sobre cada viajante.

10. ENTREVISTA ESTRUTURADA
Apoio para o Consultor fazer as perguntas certas e reunir as informações necessárias para compreender profundamente o cliente.

11. APOIO À ANÁLISE DE VIAGENS
Inteligência para relacionar perfil, necessidades, orçamento, restrições e possibilidades antes da tomada de decisão.

12. CONHECIMENTO VYAWAY
Metodologias, conteúdos e conhecimentos da VYAWAY organizados para apoiar e desenvolver os profissionais da rede.

13. ESPECIALIZAÇÃO POR NICHOS
Conhecimentos específicos para aprofundar a capacidade do Consultor em diferentes segmentos e perfis de viagem.

14. APRENDIZADO PÓS-VIAGEM
Experiências concluídas transformadas em novos aprendizados sobre clientes, produtos, destinos e situações reais.

15. CONHECIMENTO COLETIVO
Aprendizados relevantes da rede organizados para que a experiência de muitos possa ampliar a capacidade de cada profissional.

16. DESENVOLVIMENTO DO CONSULTOR
Inteligência utilizada não apenas para encontrar respostas, mas para desenvolver repertório, julgamento e experiência profissional.

17. EVOLUÇÃO CONTÍNUA
Novos conhecimentos, especializações, integrações e capacidades incorporados progressivamente à Travel Intelligence.